Mergulhe na «arte da oração» proposta por João Paulo II em Novo millennio ineunte e descubra, à luz de Maria, como a oração trinitária conduz à santidade e à autêntica mística cristã, vivida com simplicidade no quotidiano de Nazaré.
Um aprofundamento teológico sobre a vocação à santidade “nas pegadas de Maria”, apresentando a Virgem como código vivo de graça, fé e representatividade, à luz da Escritura, da tradição da Igreja e da cristiformidade.
Quer entender por que Maria é chamada de mestra da vida cristã? Este texto mostra, passo a passo, como ela ensina a contemplar Deus, escolher com liberdade, viver em Cristo, ser dócil ao Espírito, amar com autenticidade e confiar-se ao seu Coração materno.
Descubra como Maria, Serva do Senhor, revela o caminho da vida, da humildade e da beleza na criação, iluminando o sentido cristão da fé, da esperança e da missão no mundo.
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus (1º de janeiro). História litúrgica e reflexão mariológica sobre a divina maternidade, virgindade perpétua, linguagem conciliar e o significado da Encarnação para a fé e a vida da Igreja.
Presépio: mais que enfeite de Natal, é uma “arquitetura do mistério” que forma o olhar e conduz da ternura à adoração. Entenda a etimologia, o sentido teológico da presença, os riscos do sentimentalismo, a passagem da igreja para a casa e a mariologia implícita no presépio: Maria como receptividade perfeita da Encarnação e “aquela que mostra Jesus”.
Reflexão mariana sobre “Ave, Maria, nossa esperança”: Maria no centro do desígnio da salvação, Mãe e Virgem, estrela da esperança que conduz a Cristo, Caminho, Verdade e Vida.
Reflexão mariológica a partir de Bento XVI em Fátima e da Lex orandi: em que sentido Maria é redentora no Redentor e associada, de modo único, à obra da salvação.
Analisamos a Nota «Mater populi fidelis», o debate sobre o título Corredentora e os títulos marianos à luz da mariologia, do Vaticano II e do magistério recente.
Entenda a Nota «Mater populi fidelis» e por que a Igreja revisa títulos marianos como Corredentora e Mediadora de todas as graças à luz do Vaticano II.
Explore a teologia da esperança em Orígenes: das Escrituras à vida espiritual, da ressurreição à missão da Igreja. Um olhar profundo e bíblico sobre a esperança cristã no pensamento do maior exegeta da Antiguidade.
Descubra como Orígenes, ao responder às críticas pagãs e defender a ressurreição, apresentou uma visão profunda da esperança cristã. Sua teologia enfatiza a fé na ação de Deus, a coragem diante do martírio e a confiança firme de que a vida futura não é utopia, mas fruto da graça divina.
Descubra como Clemente de Alexandria compreende a esperança (ἐλπίς) no caminho cristão rumo à perfeição. Embora não lhe dê um lugar fixo entre as virtudes, ele a concebe como expectativa de bens futuros e realização presente, articulando-a à fé, ao amor e ao ideal do verdadeiro gnóstico.