Justino e Irenéu, Padres do século II, desenvolveram a teologia da esperança na história da salvação, destacando Maria como nova Eva e figura central da redenção.
A tradição sinótica dos Evangelhos apresenta Maria como modelo vivo da esperança cristã, discipula fiel que aguardou e acolheu o cumprimento das promessas de Deus.
A realeza de Maria não é um título honorífico, mas uma realidade teológica com profundo significado vital. Este artigo explora as dimensões de serviço, amor e glória que caracterizam a realeza de Maria na fé católica.
A relação da Trindade com Maria é um dos temas mais profundos da teologia mariana. Este artigo examina como Maria é manifestação privilegiada da autocomunicação trinitária de Deus e modelo da resposta humana à graça.
Maria conforta as nossas debilidades com a força do seu Magnificat e a ternura da sua presença materna. Este artigo reflete sobre como Maria acompanha os que sofrem e ilumina o caminho com a luz da fé.
A apresentação do Senhor no templo (Lc 2,21-40) é um momento central na narrativa lucana da infância de Jesus. Este artigo analisa o papel de Maria e José, a profecia de Simeão e o significado litúrgico desta festa celebrada a 2 de fevereiro.
Da Anunciação à Eucaristia, Maria é presença constante no mistério da fé cristã. Este artigo explora como o fiat de Maria na Anunciação inaugura a espiritualidade eucarística e revela a sua presença ativa na comunidade que celebra a Eucaristia.
A Mariologia revela a profundidade do papel de Maria na fé cristã. Este artigo examina Maria como modelo de discipulado, a imagem mariana da Visitação e o lugar insubstituível de Maria no pensamento teológico contemporâneo.
Nossa Senhora de Guadalupe representou a convergência de mundos: o asteca e o cristão, unindo Juan Diego e a Igreja Católica num drama de conversão e evangelização das Américas.
Reflexões mariológicas que percorrem o Advento entre liturgia e escatologia: Maria como elo entre os Testamentos, guia espiritual e modelo da esperança no retorno de Cristo.