«Mulher, porque choras?»: o Ressuscitado transforma o luto em alegria pascal. Com Maria aprendemos que a fé autêntica não prende, mas anuncia: "Ele ressuscitou!"
Um aprofundamento teológico sobre a vocação à santidade “nas pegadas de Maria”, apresentando a Virgem como código vivo de graça, fé e representatividade, à luz da Escritura, da tradição da Igreja e da cristiformidade.
A Igreja revisa alguns títulos marianos para garantir a sua fidelidade à Sagrada Escritura e à Tradição, aprofundando assim a devoção a Maria Mater Populi fidelis.
A Septuaginta transformou o conceito de esperança ao traduzir as Escrituras hebraicas para o grego, preparando o mundo para o anuncio do Evangelho com Maria.
A esperança nos Salmos e Profetas: análise do vocabulário bíblico, da esperança na observância da Lei e nas grandes profecias de salvação do Antigo Testamento.
Análise do filme Mary (2024) de D.J. Caruso: é Mariologia? Como o cinema contemporâneo retrata Maria mãe de Jesus e em que medida é fiel à tradição teológica católica.
A contemplação no coração de Maria é fonte e modelo para a missão da Igreja. Este artigo explora como a atitude de Maria — que guardava e meditava tudo no seu coração — ilumina a vocação missionária cristã.
Maria conheceu a dor e o sofrimento, e por isso pode transformar as nossas lágrimas em alegria. Este artigo é uma meditação sobre o papel consolador de Maria e como ela nos acompanha nos momentos mais difíceis da vida.
A nossa dor encontra consolo e sentido na compaixão de Nossa Senhora das Dores. Este artigo reflete sobre as etapas do sofrimento humano e como a experiência de Maria ilumina o caminho da dor para a esperança cristã.